Você sabe o que faz um (a) procurador (a) do município? Em vídeo explicativo, Associação Nacional dos Procuradores Municipais esclarece papel do profissional e sua importância para às cidades e população. Confira!
Você sabe o que faz um (a) procurador (a) do município? Em vídeo explicativo, Associação Nacional dos Procuradores Municipais esclarece papel do profissional e sua importância para às cidades e população. Confira!
A programação do V Congresso Baiano de Direito Municipal, nos dias 15 e 16 de setembro, no Hotel Golden Tulip Rio Vermelho, já está fechada. As inscrições continuam abertas no site do evento, promovido pela Associação de Procuradores do Município do Salvador (APMS) e pela Associação Baiana de Auditores Fiscais Municipais (ABAM).
Dentre os temas que serão discutidos nos dois dias estarão “Direito Administrativo Econômico: novos rumos da gestão pública”, “Instrumentalização e uso do SPED pelo fisco municipal”, “Tribunais de Contas e os desvios de conduta dos Agentes Públicos”, “A Prova Pericial e o novo CPC: um enfoque no Processo Administrativo Tributário”, “Instrumentos de Eficiência no Regime Diferenciado das Contratações Públicas (RDC)”, entre muitos outros.
A conferência de abertura abarcará o tema central do evento “Ética e Transparência na Administração Pública” e será ministrada pela professora doutora Marilia Muricy.
Confira a programação completa!
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A mediação e a arbitragem podem ser alternativas rápidas e eficientes ao trivial, a um custo bem menor, na resolução de conflitos.
A afirmação é do procurador do Município de Salvador, Anderson Barroso, que participou do I Fórum Nacional de Mediação e Arbitragem (I FNMA), nos últimos dias 14 e 15 de julho, na capital. O evento foi promovido pela Associação dos Procuradores do Estado da Bahia (Apeb), no Sheraton Hotel, com o apoio da ANPM.
Mediador de uma das oficinas que se propuseram a desconstruir mitos acerca de tais técnicas extrajudiciais, Barroso ressaltou a importância do encontro.
“Achei o evento fantástico, primeiro, pela qualidade dos palestrantes, e, principalmente, por trazer uma discussão tão aprofundada de temas atuais, com foco na administração pública.”, avaliou.
Para o procurador, a mediação e a arbitragem são métodos que podem ser um “divisor de águas”, uma vez que temos um Poder Judiciário bastante assoberbado e moroso, sobretudo na Bahia.
“Trata-se de uma proposta inovadora, cujo grande desafio é mudar a mentalidade de advogados, juízes e demais aplicadores do Direito”, acrescentou Barroso.
Foto: AC Comunicação / Apeb
Já estão abertas as inscrições para o V Congresso Baiano de Direito Municipal, que será realizado pela Associação de Procuradores do Município do Salvador (APMS) e pela Associação Baiana de Auditores Fiscais Municipais (ABAM) nos dias 15 e 16 de setembro, no Hotel Golden Tulip Rio Vermelho, em Salvador.
O evento traz como tema central “Ética e Transparência na Administração Pública” e reunirá especialistas de renome na área de Direito aplicado à administração pública municipal.
Dentre os temas que serão discutidos nos dois dias estarão: “Direito Administrativo Econômico: novos rumos da gestão pública”, “Instrumentalização e uso do SPED pelo fisco municipal”, “Tribunais de Contas e os desvios de conduta dos Agentes Públicos”, “A Prova Pericial e o novo CPC: um enfoque no Processo Administrativo Tributário”, “Instrumentos de Eficiência no Regime Diferenciado das Contratações Públicas (RDC) ”, entre muitos outros.
Maiores informações sobre inscrições e a programação completa podem ser conferidas no site do evento.
Para procuradora que acompanhou a elaboração da Lei 8.915/2015 desde o início, legislação é atual e coloca a capital muito bem representada na área no país.
O destaque para iniciativas que visem o crescimento da cidade na área de meio ambiente e desenvolvimento sustentável é o grande diferencial da Lei 8.915/2015, que dispõe sobre a Política Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável em Salvador. Essa é a opinião da procuradora do município Isabel Góes Câmara, que acompanhou a elaboração da legislação da cidade desde o início das discussões.
A lei foi sancionada em 2015 e já está valendo em situações que são autoaplicáveis, porém ainda em fase de regulamentação e detalhamento de pontos que dizem respeito a regras, comandos e controles, como a área de fiscalização e licenciamento.
De acordo com Isabel, Salvador conta hoje com uma das leis mais atuais na área ambiental no país. Ela explica que enquanto política de meio ambiente a legislação trata de questões como preservação, conservação, defesa, recuperação e controles para ordenar a cidade, tendo, por exemplo, como um dos seus fundamentos, a função socioambiental da propriedade. Por outro lado, também traz como inovação o olhar de como Salvador vai se desenvolver sustentavelmente, observando a cidade como o todo e perpassando aí por áreas como educação e cultura.
“A lei já está valendo naquilo em que é autoaplicável já que traz bastante definidos os conceitos, diretrizes e objetivos que a embasam. Além do seu conteúdo obrigatório, tais como incentivos à reciclagem, ao reuso dos recursos naturais, ao desenvolvimento de pesquisas e à criação ou absorção de tecnologias mais limpas para constante redução dos níveis de poluição e degradação ambiental, ela trouxe uma visão muito forte da questão do patrimônio cultural, buscando manter e preservar áreas culturais, valorizando a convivência e a relação do ser humano com o ambiente em que está inserido, tudo em um nível de troca bastante flexível e com o máximo possível de liberdade”, pontua Isabel.
A procuradora, que participou de reuniões com Secretarias Municipais, Limpurb, Ministério Público, além de audiências públicas com a sociedade, continua acompanhando as questões pertinentes à aplicação desta legislação e explica que já se tem uma consultoria contratada para elaboração da regulamentação, esperando que em até 6 meses o Decreto Regulamentador seja publicado pelo Executivo.
Agravo regimental interposto pela Procuradoria do Município de Salvador, por meio dos procuradores José Andrade Soares Neto e Francisco Bertino de Carvalho, foi provido e obteve deferimento do pedido de suspensão de execução de sentença que condenaria o município a pagar uma multa diária de R$ 100.000,00 (cem mil reais).
Os procuradores alegaram, na peça, que se a sentença fosse executada nos termos da decisão anterior do Tribunal Regional Federal da Primeira Região, o impacto e a lesão à ordem econômica repercutiriam em toda a coletividade, visto que as receitas do município são vinculadas e já têm destinação.
O desembargador federal Hilton Queiroz reconsiderou e determinou a suspensão da decisão judicial proveniente da Ação Civil Pública nº 2000.33.00.032978-2, proposta pelo Ministério Público Federal, em curso na 7ª Vara Federal, que requeria a demolição do prédio da prefeitura, na Praça da Sé. “(…) em vista dos argumentos trazidos pelo município de que, a permanecer a decisão agravada, com a manutenção da decisão recorrida, a receita do município estará comprometida, com atingimento da coletividade, vislumbro a ocorrência de danos irreparáveis à municipalidade”, aponta o desembargador na decisão.
Segundo o procurador José Soares Neto, é inquestionável a violação das ordens administrativa e econômica neste caso, já que “(..) a r. decisão tem o condão de praticamente paralisar o ativo/passivo da municipalidade”
A ação vem sendo acompanhada pela procuradoria, através do procurador Mário Pinto, desde 2000, sendo a sentença proferida em 2004, quando iniciou a fase de recursos, até 2014, com o trânsito em julgado da decisão, desafiada, agora, via ação rescisória.
Conforme analisou a presidente da APMS, Lisiane Guimarães, a atuação da Procuradoria Municipal, por meio dos procuradores que atuam na Coordenadoria do Meio Ambiente, Patrimônio, Urbanismo e Obras, que se empenharam no caso, foi de fundamental importância para a população de Salvador, que seria diretamente afetada se a decisão anterior fosse mantida. “Este é um caso simbólico de como é fundamental a atuação dos procuradores do município na defesa do ente público; apesar de, muitas vezes, ser incompreensível para a grande maioria da população”, ressalta a presidente.
O resultado da atuação também foi pontuado pela procuradora-geral do município em exercício, Fabiana Almeida. “A atuação dos colegas neste caso foi de fundamental importância para suspender a decisão, uma vez que nesse momento de crise era inviável por parte do município o cumprimento da sentença já transitada em julgado. Esse trabalho realizado, assim como outros de extrema relevância para o município, só confirmam a competência e importância do trabalho desenvolvido pelos procuradores “.